Enquanto Paradas do Orgulho LGBT enchem a Avenida Paulista e a Praia de Copacabana todo ano, o número de pessoas assassinadas por conta de gênero e sexualidade cresce em alarmante proporção. Na tela da TV, nas Assembleias Legislativas e nas mesas de bar, políticas públicas para população LGBT entram em cena como objeto de debate e disputa, construção e dissolução, direito humano e normatividade. Assim, experiências homossexuais e transgêneras misturam desejo, laudos, prazer, medo, alegrias, violência. E o que resta? Será que sangue e glitter, tiros e boás, interessam às universidades?

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