de 9 a 11 de novembro de 2016

Horário: das 8 às 17hs

Local: Campus Universitário Darcy Ribeiro - Asa Norte, Brasília, DF

R$ 75

Inscrições

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O III Colóquio de Estudos Feministas e de Gênero tem como tema “Mulheres e Violências: Interseccionalidades“, com o intuito de reunir e difundir debates, estudos, pesquisas acadêmicas, ativismos e propostas político-sociais dedicadas ao entendimento, combate e prevenção da violência contra as mulheres no Brasil. O termo “interseccionalidades” põe em relevo a diversidade das identidades e experiências das mulheres ao considerar a articulação do sexo/gênero com outros eixos identitários (raça, etnia, classe, sexualidade/orientação sexual, religião, idade/geração, territorialidade, etc.) que também participam de discursos e práticas sociais que sustentam desigualdades, exclusões e violências que acometem muitas mulheres em nossa sociedade.

Programação

Quarta, 9 de novembro de 2016

8:30-10:00 – Conferência de abertura: Dra. Cecília Sardenberg (Universidade Federal da Bahia)

10:00-10:30 – Exibição de Pôsteres (Hall de entrada da FINATEC)

10:30-12:00 – Mesas Redondas

1. Violência como ausência ou escassez de registros
Dra. Cristina Antonioevna Dunaeva (Instituto de Artes/VIS/UnB)
Dra. Adriana Mattos Clen Macedo (Departamento de Artes Visuais – UnB)
Dra. Cristiane de Assis Portela (MESPT/UnB, UniCEUB)

2. Violência de gênero, cinema e internet
Dra. Edlene Oliveira Silva (Departamento de História – UnB)
Dr. Sulivan Charles Barros (Universidade Federal de Goiás)
Dra. Tânia Cristina Cruz (FUP/UnB)

3. Literatura, Mulher e Violência
Dra. Nadilza Martins de Barros Moreira (Universidade Federal da Paraíba)
Dra. Constância Lima Duarte (Universidade Federal de Minas Gerais)
Dra. Luciana Eleonora de Freitas Calado Deplagne (Universidade Federal da Paraíba)

4. Estratégias de intervenção com mulheres e homens em situações de violência doméstica contra mulheres a partir da perspectiva de gênero
Dra. Marcela Novais Medeiros (Núcleo de Atendimento a Famílias e aos autores de Violência Doméstica de SMIDH, GDF)
Dr. Fabrício Lemos Guimarães (TJDFT/Núcleo de Estudos em Gênero e Psicologia Clínica e Cultura)
Dra. Miriam Cássia Mendonça Pondaag (IESB)

12:00- 14:00 – Atividades artísticas e culturais

14:00-16:00 – Comunicações Livres

16:00-17:30 – Mesas Redondas

1. Mulheres, migrações, espaço público-privado: vulnerabilidades e violências
Dra. Lourdes Maria Bandeira (Departamento de Sociologia, NEPeM – UnB)
Dra. Délia Dutra (CEPPAC/UnB)
Dra. Tânia Mara Campos de Almeida (Departamento de Sociologia, NEPeM – UnB)

2. Diálogo teórico/analítico: resistência, identidade de gênero e processos de subjetivação
Dra. Águeda Aparecida da Cruz Borges (Universidade Federal do Mato Grosso – CUA)
Dr. Luís Antonio Bitante Fernandes (Universidade Federal de Mato Grosso – CUA)
Dr. Deyvisson Pereira da Costa (Universidade Federal de Mato Grosso – CUA)

3. Interfaces do poder, relações de gênero e construções culturais das violências
Dra. Jaqueline Ap. M. Zarbato (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul)
Dra. Ana Carolina Eiras Coelho Soares (Universidade Federal de Goiás)
Dra. Alcilene Cavalcante (Universidade Federal de Goiás)

4. Ruídos da Comunicação Social pela igualdade de gênero no Brasil
Dra. Sandra de Souza Machado (Universidade de Brasília)
Dra. Cynthia Mara Miranda (Universidade Federal do Tocantins)
Dra. Ana Maria da Conceição Veloso (Universidade Federal de Pernambuco)

17:30-19:00 – Mesas Redondas

1. Atrás e além das grades: reflexões sobre o processo criminalização e encarceramento feminino no Brasil
Dra. Soraia da Rosa Mendes (Instituto de Direito Público – IDP)
Dra. Elaine Cristina Pimentel Costa (Universidade Federal de Alagoas)
Dra. Luciana Boiteux de Figueiredo Rodrigues (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

2. Dispositivo amoroso e violência contra as mulheres
Dra. Susane Rodrigues de Oliveira (Departamento de História – UnB)
Dra. Liliane Maria Macedo Machado (Faculdade de Comunicação – UnB)
Dra. Valéria Fernandes da Silva (Colégio Militar de Brasília)

3. Androcentria e construtos sociais: processos de discriminação contra as mulheres em áreas estruturantes das sociedades contemporâneas
Dra. Adriana Pereira Ibaldo (Instituto de Física – UnB)
Dr. Ademir Eugênio de Santana (Instituto de Física – UnB)
Dra. Vanessa C. de Andrade (Instituto de Física – UnB)

4. Prima-Domus
Dra. Bernardina Maria de Sousa Leal (Universidade Federal Fluminense)
Dra. Lúcia Helena Cavasin Zabotto Pulino (Instituto de Psicologia – PED/IP-UnB)
Dra. Regina Lúcia Sucupira Pedroza (Instituto de Psicologia – UnB)

19:00-22:00 – Minicursos

Quinta, 10 de novembro de 2016

8:30-10:00 – Painel: Feminismos Negros e Antirracista
Coordenação: Jolúzia Batista (Cfemea). Participantes: Analba Brazão (AMB), Benilda Brito (Odara), Ana Claudia Pereira, Natália Maria Alves Machado (Cfemea, FMDFE e Fórum de Juventude Negra).

10:30-12:00 – Mesas Redondas

1. Cartografias da Violência
Dra. Maria Elizabeth Ribeiro Carneiro (História – Universidade Federal de Uberlândia)
Dra. tania navarro-swain (Revista Labrys; História/UnB)
Dra. Diva do Couto Gontijo Muniz (Departamento de História – UnB)

2. Intersseccionalidades concernentes ao aborto no Brasil, Peru e Uruguai: a ilegalidade como violência contra a mulher
Dra. Érica Quinaglia Silva (Universidade de Brasília)
Dra. Rosamaria Carneiro (Universidade de Brasília)
Dra. Sílvia Badim Marques (Universidade de Brasília)

3. Masculinidade e Violência
Dr. William Alves Bisera (Instituto de Letras – UnB)
Dra. Lorena Sales dos Santos (Verbal Assessoria Linguística)
Dra. Cíntia Schwantes (Instituto de Letras – UnB)

4. Literatura brasileira contemporânea e resistências culturais à violência
Dra. Virgínia Maria Vasconcelos Leal (Teoria Literária e Literaturas – UnB)
Dra. Bruna Paiva de Lucena (Secretaria de Educação do Distrito Federal)
Dra. Rosilene Silva da Costa (Universidade de Brasília)

12:00-14:00 – Atividades Artísticas e culturais

14:00-15:30 – Fórum de Debate: Violência contra mulheres na Universidade
Coordenação: Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher (NePEM/UnB)

16:00-17:30 – Conferência: Dr. Thiago André Pierobom de Ávila (Promotor de Justiça e Coordenador do Núcleo de Gênero do MPDFT)
Feminicídio: fatores de risco e estratégias de prevenção

17:30- 19:00: Conferência de encerramento: Dra. Wânia Pasinato (coordenadora de acesso à justiça no Escritório da ONU Mulheres Brasil)
Trinta anos de políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil: o que temos para contar?

19:00 – Lançamentos de Livros, Dvd’s e revistas

Sexta, 11 de novembro de 2016

8:30-10:00 – Conferência: Dra. Conceição Evaristo (poetisa, romancista e ensaísta)
Mulheres Fortes: o reconhecimento de nossa fortaleza contra o discurso da violência sobre os corpos de mulheres negras

10:00-10:30 – Exibição de Pôsteres (Hall de entrada da FINATEC)

10:30-12:00 – Mesas Redondas

1. História, gênero e violência
Dra. Fabiana Francisca Macena (História – Universidade Federal de Mato Grosso)
Dra. Ana Maria Marques (História – Universidade Federal de Mato Grosso)
Dra. Cláudia Maia (História – Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes)

2. Violência no ambiente universitário: desafios e ações das universidades no Brasil
Dra. Madge Porto (Universidade Federal do Acre )
Dra. Carla Sabrina Antloga (Universidade de Brasília)
Dra. Joelma Rodrigues da Silva (Universidade de Brasília)

3. Representações de violências contra a mulher: interseccionalidade em literatura, cinema e televisão
Dra. Maria Jandyra Cavalcanti-Cunha (Programa de Pós-graduação em Comunicação – UnB)
Dra. Leila Assumpção Harris (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Dra. Tânia Montoro Siqueira (Faculdade de Comunicação – UnB)

4. Violência contra as mulheres e saúde mental
Dra. Valeska Zanello (Psicologia – UnB)
Dra. Ioneide de Oliveira Campos (UnB/FCE)
Dra. Maria Aparecida de França Gomes (Universidade Potiguar e Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres de Natal)

12:00-14:00 – Atividades artísticas e culturais

14:00-16:00 – Comunicações livres

16:00-17:30 – Conferência: Dra. Iara Aparecida Beleli (Núcleo de Estudos de Gênero Pagu – UNICAMP)

17:30-19:00 – Mesas Redondas

1. Mulheres negras no cinema: violência simbólica e narrativas de resistência
Dra. Conceição de Maria Ferreira Silva (Universidade Estadual de Goiás)
Dra. Edileuza Penha de Souza (Universidade de Brasília)
Dra. Janaína Oliveira (Instituto Federal do Rio de Janeiro)

2. Mulheres e violência: uma abordagem interdisciplinar
Dra. Cristina Stevens (PosLit – Universidade de Brasília)
Dra. Ana Liési Thurler (Universidade de Brasília)
Dra. Gláucia R. S. Diniz (Psicologia, UnB)

3. Aborto e violência contra as mulheres
Dra. Vanessa Canabarro Dios (ANIS – Instituto de Bioética)
Dra. Luciana Brito (Anis – Instituto de Bioética)
Dra. Maria Dasdores (Centro Universitário Uninovafapi)

19:00-22:00 – Minicursos

Minicursos

Quarta-feira (09/11) e quinta-feira (10/11) – 19h às 22:00h

1. Mulheres com deficiência(s), falta de acessibilidade e violências cotidianas
Júlia Campos Clímaco (Psicóloga pela UnB, mestra em Ciências Sociais e Educação pela FLACSO/AR, doutoranda em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde (PPG-PDS) da UnB), Denise Gasperin Gelain (Psicóloga pela UFSC, mestre em Psicologia Clínica e Cultura pela UnB, Especialista em Psicologia Clínica) e Tatiana Souza Neto (Psicóloga pela Universidade Católica de Brasília, especialista em Terapia Sexual)
As mulheres com deficiência(s) são um grupo vulnerável a sofrer opressões e violências. Esse grupo minoritário enfrenta barreiras culturais, sociais, arquitetônicas, atitudinais e de gênero, as quais são aqui entendidas como formas de violências cotidianas. Este minicurso objetiva refletir sobre o impacto de violências cotidianas – como a falta de acessibilidade – sobre as vivências de mulheres com deficiência(s) e sobre a sociedade. A deficiência e noções de acessibilidade serão discutidas de acordo com o modelo social da deficiência em diálogo com os estudos de gênero. A metodologia do minicurso será composta de exposições orais feitas pelas proponentes mescladas com rodas de debate e atividades realizadas com o grupo, que proporcionem interações entre os/as participantes e a apreensão dos conteúdos. O minicurso é direcionado a pessoas com deficiência(s), profissionais que trabalham com esse público e interessados/as pelo tema. PALAVRAS-CHAVE : mulheres com deficiência(s); violências cotidianas; acessibilidade; gênero.

2. Gênero e Direito: por pesquisas interseccionais e decoloniais
Camilla de Magalhães Gomes (Doutoranda em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília. Mestre em Direito. Professora de Direito Processual Penal do UniCEUB)
A proposta do minicurso é a de discutir as possibilidades de se realizar pesquisas sobre gênero na área do Direito, levando em conta a necessidade de que tais pesquisas adotem metodologias interseccionais e/ou decoloniais. Para isso, serão desenvolvidos os seguintes tópicos: a teoria de gênero como performatividade; as teorias sobre a relação raça, classe e gênero e como aquelas primeiras atuam nos modos de compreensão do gênero; as relações entre estudos de gênero e hermenêutica jurídica; a introdução de análises interseccionais e decoloniais na hermenêutica jurídica. Com o objetivo de desenvolver tais perspectivas, serão disponibilizados textos-referência que guiarão a exposição e os debates que deverão ocorrer ao final do minicurso. PALAVRAS-CHAVE: gênero; direito; interseccionalidade; estudos decoloniais.

3. Análise de Discurso Crítica e uso da linguagem como ferramenta para o empoderamento feminino
Carolina Gonçalves Gonzalez (Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade de Brasília. Mestre em Linguística. Graduada em Ciências Sociais)
Ao longo de minha trajetória acadêmica, fui buscando estabelecer uma conexão entre os usos da linguagem na manutenção de situações de opressão e violência. Através da linguagem e suas semioses, construímos representações de mundo, a nós e às outras pessoas, nossas relações e conceitos simbólicos. Se através da linguagem construímos relações de opressão, é possível, através do uso da Consciência Linguística Crítica (Fairclough 2001, 2003) modificarmos um habitus (Bourdieu, 2001) consolidado socialmente. Em minha dissertação (Gonzalez, 2013) verifiquei no espaço escolar como a linguagem pode ser utilizada de modo a fortalecer e empoderar identidades femininas através do seu uso crítico. Em meus estudos de doutorado, tenho refletido como ampliar o conceito de identidade de gênero no espaço escolar de modo a incluir as performances de gênero (Butler, 1992) queer. Com este curso, proponho refletir com base nos conceitos desenvolvidos ao longo das últimas 3 décadas por pesquisadoras e pesquisadores em Análise de Discurso Crítica (Chouliaraki & Fairlcough, 1999, Fairclough 2001, 2003) sobre como a linguagem opera ideologicamente em nome de manter situações hegemônicas de violência e opressão e quais as ferramentas críticas de que dispomos em nome de subverter essas situações de forma empoderadora e fortalecedora. Pretendo apresentar uma breve explanação sobre a história dos estudos crítico discursivos, o enquadre teórico metodológico da Análise de Discurso Crítica e propor uma breve atividade de Análise utilizando as ferramentas da ADC como base para análise de uma peça publicitária ou de mídia hegemônica sugeridas pelas cursistas. As aulas serão expositivas, dialogadas e reflexivas, com foco no nosso papel na construção dos saberes e de agentes de mudança. O público alvo são pessoas de áreas de saber correlatas, como Ciências Sociais, Humanas, estudos de linguagem e interessadas em uso crítico da linguagem na comunicação e na transformação social. PALAVRAS-CHAVE: Empoderamento feminino; análise de discurso crítica; linguagem; enfrentamento de desigualdades.

4. Mulheres e violência na literatura contemporânea: a ‘verdade’ ficcional
Cristina Maria Teixeira Stevens (Doutora em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela Universidade de São Paulo. Pesquisadora colaborada no Programa de Pós Graduação em Literatura da Universidade de Brasília)
Panorama da representação literária da violência contra a mulher: literatura clássica e obras canônicas da literatura inglesa. Análise de obras contemporâneas, quando a mulher não é mais o objeto da narrativa de autoria masculina. Focalizamos a mudança radical de tratamento desta temática, com as mulheres assumindo a posição de sujeito dessas inovadoras construções ficcionais, que (re)criam a história silenciada sobre a violência, consequência da dominação masculina na produção do conhecimento, e construção de paradigmas éticos, sócio culturais e religiosos. Obras analisadas: Susan Fraser King (Lady Macbeth), Donna Woolfolk Cross (Pope Joan), Steve Davies (Unbridled spirits – Impassioned Clay), Ki Longfellow (Hipatia of Alexandria), Barbara Chase-Riboud (The Hottentot Venus ),Katharine Beutner (Alcestis),Ursula K.Le Guin (Lavinia), Lisa Lee (Snow flower and the secret fan). Michele Roberts (Reader, I married him). PALAVRAS-CHAVE: Literatura contemporânea; mulheres e violência; literaturas em língua inglesa.

5. Reeducação das relações étnicas para vivência da diversidade cultural
Léa Maria Carrer Iamashita (Doutora em História pela UnB, professora do departamento de História da Universidade de Brasília)
OBJETIVOS: 1. Produzir uma reflexão histórica sobre os valores e o exercício da cidadania, discutindo as formas de vivência desse conhecimento, de modo a favorecer a interiorização deste saber, por meio da experiência de padrões de relacionamento social pautados na igualdade. 2. Combater a violência física e psicológica articuladas aos preconceitos de raça, de gênero e de classe, por meio do conhecimento e experiência prazerosa da cultura do outro. CONTEÚDO E METODOLOGIA: 1° Encontro: Reeducação das relações étnicas, valorização da cultura afro-brasileira (2h.). 2° Encontro: Reeducação das relações étnicas, representações indígenas (2h.). Em ambos os encontros discutiremos a historicidade e perspectiva de construção das representações negativas das etnias negra, indígena e representações de gênero. Ao mesmo tempo, discutiremos técnicas de construção de representações positivas, de ressignificação de memórias, e de valorização dessas culturas étnicas por meio de vivências, de práticas de sensibilização, como jogos, dança, música e vídeos. PALAVRAS-CHAVE: Relações étnicas; Diversidade; Vivência.

6. A literatura como instrumento terapêutico no caso de mulheres em situação de violência
Ianá Souza Pereira (Psicóloga pelo Centro universitário São Camilo, graduada em Letras pela UFBA, mestre em Letras pela USP e doutoranda em Psicologia na USP)
O objetivo do minicurso é apresentar aos participantes a literatura em suas relações com a terapêutica. O mini-curso se compõe de duas partes. Na primeira, a psicóloga apresentará a relação entre literatura e terapêutica, introduzindo autores como Walter Benjamin e Gilberto Safra. Em seguida, mostrará exemplos práticos de como a literatura pode ser utilizada como instrumento terapêutico com mulheres em situação de violência, com relato de experiência em um Centro de Referencia da Mulher. No final, os participantes poderão ter uma mostra vivencial da literatura como instrumento terapêutico. PALAVRAS-CHAVE: Psicologia; literatura; mulheres e violência.

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